Osteopatia

Osteopatia Pediátrica: benefícios e aplicações na infância

A osteopatia pediátrica é uma abordagem terapêutica manual, suave e não invasiva, focada na avaliação e no tratamento de disfunções no corpo de bebés e crianças. Baseia-se no princípio de que o organismo possui a capacidade de se autorregular e que, ao melhorar a mobilidade das estruturas corporais, é possível favorecer o equilíbrio e a saúde global da criança. O osteopata pediátrico utiliza técnicas muito delicadas, adaptadas à idade e à sensibilidade do paciente. Estas intervenções procuram aliviar tensões acumuladas durante a gestação ou o parto, bem como corrigir pequenas restrições de mobilidade que podem afetar o desenvolvimento normal. Entre as indicações mais frequentes da osteopatia pediátrica encontram-se: Além disso, a osteopatia pode ser utilizada como complemento no acompanhamento do crescimento da criança, ajudando a prevenir disfunções e promovendo um desenvolvimento mais harmonioso. Especificamente as cólicas do lactente, são uma condição frequente nos primeiros meses de vida, caracterizada por episódios de choro intenso, inconsolável e recorrente em bebés saudáveis. Geralmente surgem por volta das 2 a 3 semanas de vida, atingem um pico entre a 6ª e 8ª semana e tendem a desaparecer espontaneamente até aos 3 ou 4 meses. A que se devem as cólicas do lactente? A causa exata das cólicas ainda não é totalmente conhecida, mas considera-se que são multifatoriais. Entre os fatores mais comuns encontram-se: É importante salientar que as cólicas não são uma doença, mas sim uma fase do desenvolvimento do bebé. Abordagem geral e o papel dos pais Os pais desempenham um papel fundamental no alívio dos sintomas e na gestão emocional da situação. Algumas estratégias úteis incluem: Além disso, o apoio emocional aos cuidadores é essencial, já que as cólicas podem ser uma fase exigente e stressante. Osteopatia pediátrica e cólicas do lactente A osteopatia pediátrica pode ser utilizada como abordagem complementar. O tratamento consiste em técnicas manuais muito suaves, adaptadas ao bebé, com o objetivo de: As cólicas do lactente são uma condição benigna e transitória, mas que pode gerar grande preocupação nos pais. A abordagem deve ser global, combinando medidas de conforto, apoio familiar e, em alguns casos, terapias complementares como a osteopatia pediátrica, sempre realizadas por profissionais qualificados. Se és osteopata e tens interesse em pediatria, agora tens a oportunidade de te especializares em osteopatia pediátrica. Deixa-nos o teu contacto e entraremos em contacto contigo. https://eomportugal.com/osteopatia-pediatrica/

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Obstrução do Canal Nasolagrimal no Bebé: como a Osteopatia Pediátrica pode ajudar

O olho do teu bebé está sempre húmido? Acumula secreção nos cantos, mesmo quando não está a chorar? Pode ser uma obstrução do canal nasolagrimal — a patologia lagrimal mais frequente nos primeiros meses de vida. O que é a obstrução do canal nasolagrimal? {#definicao} A obstrução do canal nasolagrimal é a patologia mais frequente do aparelho lagrimal em recém-nascidos e lactentes. Significa que o canal responsável por conduzir as lágrimas do olho até à cavidade nasal se encontra bloqueado, de forma total ou parcial, impedindo a drenagem normal. Estima-se que afeta entre 5 a 6% dos recém-nascidos, embora alguns autores apontem para uma prevalência de até 20% durante o primeiro ano de vida. Na maioria dos casos — cerca de 80 a 90% — os sintomas surgem antes do primeiro mês de idade. É importante não confundir com uma conjuntivite simples. Aqui, o problema não está no olho em si, mas no sistema de drenagem lagrimal. Como saber se o meu bebé tem o canal nasolagrimal obstruído? {#sintomas} Os pais podem fazer uma primeira observação em casa. Os sinais mais comuns são: Um dos olhos está sempre húmido, mesmo fora de momentos de choro — sobretudo quando a obstrução é unilateral. A narina do lado afetado não se humedece quando o bebé chora — o que indica que as lágrimas não estão a percorrer o canal até à cavidade nasal. Acumulação de secreção nos cantos dos olhos com aspeto pastoso, por vezes com ligeira supuração ou episódios recorrentes de conjuntivite. A boa notícia é que esta patologia tem uma taxa de resolução espontânea considerável por volta dos 12 meses de vida, à medida que o sistema de drenagem matura ou a membrana que selava o canal se abre naturalmente. No entanto, a resolução é significativamente mais rápida e eficaz com abordagem osteopática — especialmente quando existe uma obstrução parcial ou quando o parto teve alguma complexidade que possa ter afetado a dinâmica craniana do recém-nascido. O que provoca a obstrução do canal nasolagrimal? {#causas} As lágrimas percorrem um trajeto desde a parte súpero-externa do olho até à cavidade nasal, através do canal nasolagrimal. Este canal discorre entre o ponto lagrimal — a abertura no ângulo interno do olho — e o meato nasal inferior. Gran parte desse percurso ocorre no interior do osso lacrimal (unguis), mas o canal ósseo é formado também pelo maxilar e pelo corneto inferior. Do ponto de vista estrutural, o canal está constituído: Na parte anterior pela rama vertical descendente do osso frontal; na parte posterior pela face anterior da rama vertical ascendente do maxilar; e na face interna pelo osso lacrimal. É, portanto, um canal formado pela articulação de vários ossos, revestido por um saco epitelial de consistência gelatinosa que permite o deslizamento da lágrima. Quando esta abertura se encontra obstruída — por não estar completamente formada ao nascimento, por estar coberta por uma fina membrana ou por alterações na dinâmica dos ossos que constituem o canal — as lágrimas acumulam-se e derramam-se pela face mesmo que o bebé não esteja a chorar. Em alguns casos, pode observar-se também um aumento da vascularização do plexo vascular ao redor do saco lagrimal, com as veias da zona periocular e nasal mais dilatadas e visíveis. Tratamento osteopático da obstrução do canal nasolagrimal {#tratamento} O tratamento médico convencional passa habitualmente pelo uso de antibióticos tópicos, colírios e normas de higiene ocular. Em casos de maior gravidade e após períodos prolongados de evolução, pode ser necessária intervenção cirúrgica — um procedimento que, embora de baixo risco, é desconfortável tanto para o bebé como para a família. A osteopatia pediátrica oferece uma alternativa eficaz, especialmente em fases iniciais e em obstruções parciais. O raciocínio osteopático parte de uma pergunta simples: se o canal nasolagrimal é formado pela articulação de vários ossos cranianos, qualquer alteração na mobilidade ou dinâmica desses ossos pode comprometer o correto funcionamento do canal. O parto — especialmente quando prolongado, instrumentalizado com ventosa ou fórceps, ou com apresentação irregular — pode gerar compressões e restrições de mobilidade nas suturas cranianas do recém-nascido que, por sua vez, afetam o território nasolagrimal. A avaliação osteopática pediátrica permitirá identificar: Restrições de mobilidade nos ossos que formam o canal (lacrimal, maxilar, frontal, corneto inferior) e nas suturas cranianas relacionadas. Padrões de tensão membranosa na dura-máter que possam estar a comprimir estruturas adjacentes. Disfunções do sacro e da base do crânio relacionadas com o mecanismo respiratório primário. O tratamento recorre a técnicas osteopáticas suaves e específicas, totalmente adaptadas ao sistema musculoesquelético do recém-nascido, sem qualquer manipulação brusca. O objetivo é restaurar a mobilidade articular e membranosa da região craniana, permitindo que o canal nasolagrimal recupere o seu funcionamento normal. Quando devo levar o meu bebé a um osteópata pediátrico? {#quando} Quanto mais cedo, melhor. O sistema craniano do recém-nascido é altamente adaptável nas primeiras semanas de vida, o que torna a intervenção precoce especialmente eficaz. Considera consultar um osteópata pediátrico se: A osteopatia pediátrica não substitui o acompanhamento médico — trabalha em complementaridade com ele. O ideal é que a família conte com uma equipa multidisciplinar que inclua o pediatra, o osteópata e, quando necessário, o oftalmologista. Quer aprofundar o teu conhecimento em Osteopatia Pediátrica? A obstrução do canal nasolagrimal é apenas um exemplo da complexidade — e da riqueza clínica — que o trabalho com a população pediátrica oferece ao profissional de saúde. Se és fisioterapeuta ou osteópata e sentes que queres desenvolver esta área na tua prática clínica, o Pós-Graduado em Osteopatia Pediátrica da EOM em Lisboa foi criado para ti. Uma formação de 60 ECTS, com módulos presenciais, que te equipa com as ferramentas diagnósticas e terapêuticas para tratar desde o recém-nascido até à segunda infância com segurança, rigor e evidência. 👉 Descarregue a brochura do nosso programa de pós-graduação em osteopatia pediátrica e solicite informações.

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Cervicalgias: o papel do nervo frenico na dor referida visceral

A cervicalgia é uma queixa comum na prática clínica e pode ter múltiplas causas, desde alterações musculoesqueléticas até disfunções de origem visceral. Um dos mecanismos menos reconhecidos, porém clinicamente relevantes, envolve a participação do nervo frênico como mediador de dor referida de estruturas viscerais para a região cervical. O nervo frênico origina-se principalmente das raízes cervicais C3, C4 e C5 e é responsável pela inervação motora do diafragma, além de prover fibras sensitivas para estruturas torácicas e abdominais superiores, como o pericárdio, pleura mediastinal, peritônio diafragmático, fígado (superfície diafragmática) e vesícula biliar. Por essa razão, estímulos nociceptivos oriundos dessas vísceras podem ser interpretados pelo sistema nervoso central como dor somática nas regiões correspondentes aos dermátomos cervicais — especialmente no trapézio superior, base do pescoço e ombro direito. Portanto, em casos de cervicalgia crônica ou recidivante, especialmente quando não responde às abordagens ortopédicas convencionais, é fundamental considerar a possibilidade de envolvimento visceral. A avaliação clínica integrativa, incluindo testes de mobilidade visceral, palpação do diafragma e análise do padrão respiratório, pode ser decisiva para um diagnóstico mais preciso e um tratamento eficaz. Se quiseres saber mais, partilhamos contigo este webinar sobre Cervicalgias: o papel do nervo frenico na dor referida visceral:

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O papel do Diafragma na biomecânima postural

O diafragma é amplamente conhecido como o principal músculo da respiração, mas seu papel vai muito além da ventilação pulmonar. Ele exerce uma função fundamental na biomecânica postural, influenciando o equilíbrio, a estabilidade do tronco e a regulação das pressões intra-abdominais Do ponto de vista postural, o diafragma atua em sinergia com o assoalho pélvico, os músculos abdominais profundos (como o transverso do abdome) e os multífidos para formar um cilindro de estabilização central. Esse sistema é essencial para manter a postura ereta, proteger a coluna durante movimentos e esforços, e coordenar os ajustes posturais automáticos. Disfunções no padrão respiratório, como respiração torácica superior ou apneia inspiratória, podem alterar a mobilidade e a função do diafragma. Isso leva a desequilíbrios musculares, sobrecarga compensatória de musculaturas acessórias e comprometimento da postura. Além disso, uma disfunção diafragmática pode influenciar diretamente o tônus autonômico e aumentar o nível de tensão muscular geral, contribuindo para dores cervicais, lombares e alterações posturais crônicas. Se quiseres saber mais, partilhamos contigo este webinar sobre O papel do Diafragma na biomecânima postural:

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Relação entre disfunção Visceral e dor músculo-esquelética

A interação entre os sistemas visceral e músculo-esquelético tem sido objeto de crescente interesse na área da saúde, especialmente nas abordagens integrativas como a osteopatia, fisioterapia manual e medicina integrativa. Disfunções viscerais — alterações na mobilidade, motilidade ou na função dos órgãos internos — podem influenciar diretamente na biomecânica e no equilíbrio muscular do corpo, gerando ou perpetuando quadros de dor músculo-esquelética. Essa relação ocorre por meio de conexões neurológicas e biomecânicas. Do ponto de vista neurológico, os órgãos viscerais compartilham inervações com estruturas músculo-esqueléticas através do sistema nervoso autônomo e das raízes nervosas espinhais. Quando um órgão apresenta uma disfunção, sinais aferentes podem sensibilizar segmentos da medula espinhal, levando a uma resposta reflexa em músculos, articulações e fáscias da mesma região. Esse fenômeno é conhecido como facilitação medular. Além disso, aderências viscerais ou alterações na mobilidade dos órgãos podem gerar tensões mecânicas que se transmitem aos músculos e estruturas vizinhas, interferindo na postura e nos padrões de movimento. Por exemplo, disfunções no fígado ou estômago podem estar associadas a dores cervicais ou dorsais, enquanto alterações intestinais podem se relacionar com lombalgias ou dores pélvicas. Portanto, uma avaliação abrangente da dor músculo-esquelética deve considerar não apenas fatores estruturais e mecânicos, mas também possíveis influências viscerais. A abordagem terapêutica que integra a liberação de tensões viscerais pode contribuir significativamente para a melhora da dor, da função e da qualidade de vida do paciente. Se quiseres saber mais, partilhamos contigo este webinar sobre Relação entre disfunção Visceral e dor músculo-esquelética:

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Oportunidades de Carreira na Osteopatia: Um Caminho para o Sucesso Profissional

Se consideradas uma carreira na área da saúde, a osteopatia oferece uma variedade de oportunidades profissionais emocionantes e gratificantes. A demanda por profissionais qualificados em osteopatia está em constante crescimento, o que significa que terás diversas opções de carreira após concluir sua formação. Descubra como a osteopatia pode ser o caminho para o seu sucesso profissional. Uma opção de carreira na osteopatia é trabalhar em equipes multidisciplinares em clínicas ou centros de reabilitação. Nessas configurações, colaborarás com outros profissionais de saúde, como médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e quiropráticos. Trabalhar em equipas multidisciplinares oferece uma oportunidade única de aprendizado e compartilhamento de conhecimento, além de permitir uma abordagem mais abrangente para o tratamento dos utentes. Para os interessados em contribuir para o avanço da osteopatia, as oportunidades de pesquisa e ensino são empolgantes. Poderá envolver-se em pesquisas clínicas para aprimorar as práticas e técnicas da osteopatia, bem como contribuir para a evidência científica em torno dessa abordagem terapêutica. Além disso, podes tornar-se um educador e instrutor, compartilhando seu conhecimento e experiência com estudantes de osteopatia. A pesquisa e o ensino permitem que você se mantenha atualizado com os avanços mais recentes na área e ajuda a moldar o futuro da osteopatia. As perspectivas de crescimento na área da osteopatia são promissoras. A demanda por profissionais qualificados está a aumentar devido à crescente conscientização sobre os benefícios da abordagem holística da osteopatia. Os utentes estão cada vez mais a procura de terapias alternativas e complementares para tratar os seus problemas de saúde. Além disso, a colaboração interprofissional e o reconhecimento da osteopatia como uma prática de saúde estabelecida têm contribuído para a demanda contínua por profissionais qualificados. Com habilidades e conhecimentos especializados, estarás em uma posição privilegiada para aproveitar as oportunidades de carreira na osteopatia. Se tens interesse em tornar-se um profissional de osteopatia, o nosso curso de osteopatia de 4 anos pode ser o caminho certo para si. Mais cursos A EOM acredita na formação integral como diferencial para o trabalho clínico de um osteopata de referência no mercado. Curso de Osteopatia O aluno irá interpretar de maneira correta as inter-relações estabelecidas entre os diversos sistemas do organismo, permitindo-lhe abordar com maior rigor e efetividade os processos de lesão e patológicos dos seus utentes. Ver mais Especialização em Osteopatia Pediátrica Essa Especialização permitir-lhe-á aquisição de um perfil de competências clínicas para prática de pediatria, impulsionando e fomentando a prestação de serviços de saúde de excelência. Ver mais

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O Papel da Osteopatia na Saúde Musculoesquelética

A saúde musculoesquelética é essencial para o nosso bem-estar e qualidade de vida. No entanto, dores nas costas, lesões desportivas, osteoartrite e problemas posturais são condições comuns que podem afetar negativamente o nosso sistema musculoesquelético. É aqui que a osteopatia desempenha um papel importante. Neste artigo, exploraremos o papel da osteopatia no tratamento dessas condições, destacando sua abordagem holística e a individualização do tratamento. A osteopatia pode ser a solução que procura para melhorar a sua saúde musculoesquelética. A Efetividade da Osteopatia nas Condições Musculoesqueléticas: A osteopatia emprega diversas técnicas manuais para avaliar, tratar e prevenir disfunções no corpo. Aqui estão algumas das principais técnicas utilizadas pelos osteopatas: Dores nas Costas: Por meio de técnicas manuais, o osteopata trabalha para aliviar a tensão muscular, melhorar a mobilidade articular e promover o equilíbrio do sistema musculoesquelético. A abordagem holística da osteopatia permite que o tratamento seja direcionado não apenas aos sintomas, mas também às causas subjacentes, como desequilíbrios posturais, fraquezas musculares ou compressão nervosa. Lesões Desportivas: Atletas e pessoas ativas frequentemente sofrem lesões musculoesqueléticas devido ao esforço físico intenso. A osteopatia pode desempenhar um papel fundamental na recuperação dessas lesões. Por meio de técnicas manuais específicas, o osteopata trabalha para reduzir a inflamação, promover a cicatrização adequada dos tecidos, melhorar a mobilidade e fortalecer os músculos e ligamentos afetados. Osteoartrite: A osteoartrite é uma condição degenerativa das articulações que causa dor e rigidez. Embora não haja cura para a osteoartrite, a osteopatia ajuda a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O osteopata utiliza técnicas manuais suaves para melhorar a mobilidade articular, reduzir a tensão muscular e promover a circulação sanguínea nos tecidos afetados. Além disso, o tratamento pode incluir aconselhamento sobre estilo de vida, exercícios específicos e técnicas de gerenciamento da dor. Problemas Posturais: A má postura é uma preocupação comum nos dias de hoje, devido às longas horas passadas sentado e ao uso excessivo de dispositivos eletrónicos. A osteopatia pode desempenhar um papel crucial na correção e prevenção de problemas posturais. O osteopata avaliará a postura e identificará desequilíbrios musculares, restrições articulares e outras disfunções relacionadas. Em seguida, técnicas manuais serão aplicadas para realinhar o corpo, melhorar a mobilidade e fortalecer os músculos fracos. A osteopatia desempenha um papel valioso no tratamento de condições musculoesqueléticas comuns, oferecendo uma abordagem holística e individualizada para restaurar a saúde e aliviar a dor. Os nossos alunos são preparados para aplicar essas manipulações de forma segura e eficaz, adaptando-as às necessidades individuais de cada utente. Se tens interesse em tornar-se um profissional de osteopatia, o nosso curso de osteopatia de 4 anos pode ser o caminho certo para si.  Mais cursos A EOM acredita na formação integral como diferencial para o trabalho clínico de um osteopata de referência no mercado. Curso de Osteopatia O aluno irá interpretar de maneira correta as inter-relações estabelecidas entre os diversos sistemas do organismo, permitindo-lhe abordar com maior rigor e efetividade os processos de lesão e patológicos dos seus utentes. Ver mais Especialização em Osteopatia Pediátrica Essa Especialização permitir-lhe-á aquisição de um perfil de competências clínicas para prática de pediatria, impulsionando e fomentando a prestação de serviços de saúde de excelência. Ver mais

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As Técnicas da Osteopatia: Um Olhar Detalhado sobre a Terapia Manual

A osteopatia é uma abordagem terapêutica que utiliza técnicas manuais para promover a saúde e o bem-estar. Neste artigo, vamos explorar algumas técnicas utilizadas na osteopatia, incluindo manipulações articulares, mobilizações, alongamentos e técnicas de tecido mole. Explicaremos como essas técnicas visam restaurar a função e aliviar a dor, proporcionando alívio aos seus utentes. Visão Geral das Técnicas da Osteopatia: A osteopatia emprega diversas técnicas manuais para avaliar, tratar e prevenir disfunções no corpo. Aqui estão algumas das principais técnicas utilizadas pelos osteopatas: Manipulações Articulares: As manipulações articulares são movimentos rápidos e controlados aplicados às articulações para melhorar sua mobilidade. Essas manipulações podem ajudar a restaurar o alinhamento adequado das articulações, reduzir a tensão muscular e aliviar a dor.   Mobilizações: As mobilizações são técnicas mais suaves que visam melhorar a mobilidade das articulações. Essas técnicas envolvem movimentos mais lentos e graduais, aplicados dentro dos limites de movimento confortáveis do utente. As mobilizações ajudam a relaxar a musculatura, reduzir a rigidez e melhorar a função articular. Alongamentos: Os alongamentos são utilizados para melhorar a flexibilidade e o comprimento dos músculos e tecidos conectivos. Os osteopatas realizam alongamentos direcionados para aliviar a tensão muscular, melhorar a circulação sanguínea e promover a recuperação e o relaxamento dos tecidos. Essas técnicas ajudam a melhorar a amplitude de movimento e a reduzir a rigidez muscular.   Técnicas de Tecido Mole: As técnicas de tecido mole são utilizadas para manipular e tratar os tecidos moles do corpo, como músculos, tendões, ligamentos e fascia. Essas técnicas podem incluir liberação miofascial, massagem terapêutica, pontos de pressão e estiramento suave dos tecidos. Elas visam aliviar a tensão, reduzir a inflamação e melhorar a circulação sanguínea nos tecidos afetados. Os nossos alunos são preparados para aplicar essas manipulações de forma segura e eficaz, adaptando-as às necessidades individuais de cada utente. Se tens interesse em tornar-se um profissional de osteopatia, o nosso curso de osteopatia de 4 anos pode ser o caminho certo para si. Mais cursos A EOM acredita na formação integral como diferencial para o trabalho clínico de um osteopata de referência no mercado. Curso de Osteopatia O aluno irá interpretar de maneira correta as inter-relações estabelecidas entre os diversos sistemas do organismo, permitindo-lhe abordar com maior rigor e efetividade os processos de lesão e patológicos dos seus utentes. Ver mais Especialização em Osteopatia Pediátrica Essa Especialização permitir-lhe-á aquisição de um perfil de competências clínicas para prática de pediatria, impulsionando e fomentando a prestação de serviços de saúde de excelência. Ver mais

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Os Princípios Fundamentais da Osteopatia: Conhecendo a Abordagem Holística

A osteopatia é uma abordagem terapêutica que considera o corpo como uma unidade funcional, interligando todos os sistemas e estruturas. Ela se baseia em três princípios fundamentais: Visão Holística do Corpo: A osteopatia reconhece que o corpo é mais do que a soma de suas partes individuais. Cada estrutura, órgão e sistema está interconectado e interdependente. Um desequilíbrio em uma área pode afetar outras partes do corpo. Portanto, os osteopatas avaliam e tratam o paciente como um todo, considerando não apenas os sintomas, mas também as causas subjacentes.  Importância do Movimento: A mobilidade adequada é essencial para a saúde e o bem-estar. Restrições no movimento podem levar a disfunções, dor e comprometimento da função. Os osteopatas utilizam técnicas manuais para melhorar a mobilidade das articulações, músculos e tecidos, permitindo que o corpo recupere seu equilíbrio natural. Ao restaurar o movimento, a osteopatia promove a cura e a saúde global do paciente. Capacidade de Autocura do Organismo: O corpo humano possui uma capacidade inata de se autocurar. Os osteopatas acreditam que, ao criar as condições adequadas, o corpo é capaz de se recuperar e restabelecer o equilíbrio. Eles trabalham em colaboração com o organismo, estimulando seus mecanismos de autocura através de técnicas manuais suaves e precisas. A osteopatia não visa apenas aliviar sintomas, mas também tratar as causas subjacentes e fortalecer o sistema de autocura do corpo. A osteopatia é uma abordagem terapêutica baseada em princípios fundamentais que reconhecem o corpo como uma unidade funcional, valorizam a importância do movimento e confiam na capacidade de autocura do organismo. Ao optar pelo curso de osteopatia oferecido pela nossa escola, você estará dando o primeiro passo em direção a uma carreira gratificante na área da saúde holística. Preparado para aprender e crescer como um profissional de osteopatia? Entre em contato conosco hoje mesmo e embarque nessa jornada transformadora! Cursos A EOM acredita na formação integral como diferencial para o trabalho clínico de um osteopata de referência no mercado. Curso de Osteopatia O aluno irá interpretar de maneira correta as inter-relações estabelecidas entre os diversos sistemas do organismo, permitindo-lhe abordar com maior rigor e efetividade os processos de lesão e patológicos dos seus utentes. Ver mais Especialização em Osteopatia Pediátrica Essa Especialização permitir-lhe-á aquisição de um perfil de competências clínicas para prática de pediatria, impulsionando e fomentando a prestação de serviços de saúde de excelência. Ver mais

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